Como surgiu EMTr?


A origem da EMTr está no século 19. Em 1896, o médico, físico e inventor francês Jacques-Arsène D'Arsonval começou a pesquisar os efeitos do magnetismo sobre as emoções.

Nos anos 40, começaram as pesquisas com estímulos magnéticos na fisiologia animal. O primeiro equipamento estimulador magnético semelhante ao que é utilizado hoje surgiu em 1975 na Grã-Bretanha. Nos anos 90, a técnica começou a ser pesquisada e utilizada em estudos nos Estados Unidos. Em 1992, a Estimulação Magnética começou a ser aplicada na psiquiatria com resultados surpreendentes no tratamento da depressão, esquizofrenia e outras doenças.

A Estimulação Magnética já foi extensamente pesquisada e seus benefícios continuam sendo estudados. A técnica foi aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, em 2008 e no Canadá em 2002. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamentou o uso do aparelho de Estimulação Magnética em março de 2006. Atualmente são mais de três mil equipamentos em todo o mundo utilizados para diagnóstico, pesquisas e tratamentos terapêuticos.

04 julho 2011

O que é Estimulação Magnética?




A Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (também conhecida como EMTr) é uma nova técnica para o tratamento de doenças psiquiátricas. O objetivo da EMTr é estimular áreas específicas do cérebro, relacionadas à depressão e outras doenças. A estimulação é feita por meio de pulsos magnéticos gerados por um equipamento desenvolvido para esta técnica. A Estimulação Magnética é um tratamento capaz de gerar mudanças controladas nos neurônios (células do sistema nervoso responsáveis pela condução do impulso nervoso) de regiões específicas do cérebro, ativando-os ou inibindo-os, de acordo com o objetivo terapêutico.
O tratamento é feito por uma série de sessões em que o paciente recebe os estímulos. O número de sessões é determinado pelo psiquiatra que avalia cada caso. As aplicações devem ser conduzidas por um médico psiquiatra. A técnica não é invasiva e quase não apresenta efeitos colaterais, alguns pacientes sentem uma leve sensação de desconforto, principalmente nas primeiras sessões, e dor de cabeça passageira após as aplicações. Cada aplicação dura cerca de 30 minutos, as primeiras aplicações são realizadas diariamente, com intervalo aos domingos ou finais de semana.

Comparação de ECT com EMTr

(Resaltando O Blog Não Recebe Nada por propagandas e nao as faz com o intuito de conseguir dinheiro e sim de querer ajudar cada vez mais)


O IPAN busca o tratamento mais adequado e eficaz para cada um de seus pacientes, desde psicoterapia, medicamentos até aplicações de EMTr e ECT. As duas técnicas são recomendadas no tratamento de transtornos psiquiátricos. A ECT tem como objetivo induzir uma crise convulsiva generalizada, que dura cerca de 30 segundos, a aplicação é feita sob anestesia e relaxante muscular. Já a EMTr é um método relativamente novo e ainda alvo de pesquisas e investigação, estudos apontam a EMTr como um possível novo tratamento para transtornos neuropsiquiátricos. De certa maneira, a EMTr se parece com a ECT, ambas alteram a atividade neuronal e modificam o humor.

Existem algumas diferenças entre as técnicas. A ECT trabalha com estímulo elétrico, que atravessa a pele e a calota craniana para atingir o tecido cerebral. A técnica exige indução anestésica, pois a carga elétrica causa uma estimulação dolorosa e pouco localizada. Já a EMTr apresenta as vantagens de ter ausência de dor, por isso, não necessita de anestesia, já que não induz a crises convulsivas e o risco de efeitos cognitivos é muito pequeno. A ECT é aplicada de duas a três vezes por semana, enquanto que o melhor esquema para a EMTr ainda está sendo estudado. Após o tratamento inicial, é recomendável uma manutenção da ECT. A duração dos efeitos benéficos da EMTr não é conhecida, mas os dados existentes sugerem também um efeito fugaz.

Os aparelhos modernos de EMTr estimulam o córtex, já a ECT atinge uma maior profundidade que a EMTr. A ECT é um método consagrado há mais de 50 anos e com eficácia comprovada por diversos estudos. A EMTr e a ECT são tratamentos distintos, porém, com algumas semelhanças. As técnicas compõem o arsenal terapêutico existente para o tratamento de transtornos psiquiátricos. A indicação de ECT ou EMTr é estudada profundamente pelo psiquiatra para que o paciente receba o melhor tratamento para sua necessidade. Os profissionais do IPAN são pesquisadores das duas técnicas, trabalham com ECT e EMTr e possuem experiência internacional nestes tratamentos.

[ECT] Depoimentos

O tratamento com sessões de eletroconvulsoterapia, a chamada ECT, devolveu a vida ao meu pai. Atualmente com 74 anos, ele sofre com a depressão há dez anos, em sua última crise depressiva, dois médicos que o atenderam em um renomado hospital particular de São Paulo, um clínico geral e um neurologista, disseram não haver mais alternativas de tratamento, ou seja, que não havia mais nada a ser feito.

Foi então que a ECT foi nos indicada como uma última alternativa pelo psiquiatra que o atendia. O único temor da família era de que as sessões fossem dolorosas, mas a ECT é realizada com sedativos, o paciente não sente dor durante a sessão ou após a aplicação, que também é muito rápida.

Iniciamos o tratamento em julho de 2008, a melhora foi extraordinária e muito além do esperado. Tudo mudou em nossa família, meu pai nasceu de novo. Ele havia deixado de fazer todas as atividades, estava totalmente dependente para exercer as tarefas mais simples, hoje ele retomou sua vida. O único efeito colateral é na perda de memória recente, ele não se recorda de alguns fatos em um período de aproximadamente dois meses.

Indico o tratamento com ECT, pois o resultado é surpreendente. Também indico o IPAN, pelo excelente atendimento, profissionalismo dos psiquiatras e receptividade ao paciente e seu familiar. Estou muito feliz de poder dar meu depoimento sobre a ECT e ajudar outras pessoas a superarem o sofrimento pelo qual também passamos

S. L. S., 44 anos, comerciante, residente em Brasília, filha do paciente S. L., 74 anos, comerciante que recebeu o tratamento com ECT

A ECT é um tratamento muito eficaz, em nossa experiência constatamos ser a melhor opção disponível. Minha irmã sofre de depressão há mais de vinte e cinco anos e já passou por diversas internações, períodos muito complicados para toda nossa família. Muito preocupada com o estado de saúde dela, passei a pesquisar sobre a doença e seus tratamentos pela internet, foi quando comecei a ler sobre ECT, a eletroconvulsoterapia.

Em 2002, minha irmã fez as primeiras sessões de ECT no Hospital das Clínicas. No ano seguinte, esteve internada no Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo e passou por oito sessões, quando teve uma melhora significativa. Em janeiro deste ano (2009), a depressão agravou-se com quadros de alucinações. Ela esteve internada em dois hospitais públicos, em um deles fez cinco sessões de ECT, mas não foram suficientes e ela não apresentou melhora. O tratamento na rede pública é muito complicado, a dificuldade de conseguir atendimento é grande.

Comecei então, a pesquisar na Internet sobre tratamentos particulares, encontrei o IPAN. M. iniciou um tratamento com ECT, fez 12 sessões, após a quinta já começou a apresentar melhoras. Apesar do medo que ela tinha antes das sessões, o carinho e dedicação dos médicos e outros profissionais envolvidos foram fundamentais para um tratamento tranqüilo, já que ela não sentia nenhuma dor ou desconforto durante as sessões.

Hoje ela está muito melhor, retomou parte de suas atividades e nossa família está muito mais tranquila. Ela teve perda de memória recente e ainda sente um pouco de angústia, no entanto, nada se compara ao sofrimento que passou durante a crise.

D. R., residente em São Paulo, SP, irmã da paciente M. C. que recebeu o tratamento de ECT


Há cinco anos sofro com a depressão, parei as atividades escolares, deixei de sair com amigos e passava dias trancada no quarto, evitando contato com os familiares.

Meu psiquiatra me indicou o tratamento com ECT, eu aceitei, mas os familiares, por preconceito, não aprovaram o tratamento, situação que prejudicou minha segurança nas primeiras aplicações. Tudo que eu desejava era obter um resultado positivo em curto prazo.

Fiz quinze sessões e nunca senti os efeitos colaterais do tratamento. Durante as aplicações não senti nada e após, tinha a sensação de estar mais resistente aos pensamentos negativos e com vontade de viver.

Voltei às atividades diárias. Continuo a tomar medicamentos, mas após o ECT alguns deles foram retirados. Indicaria o tratamento no IPAN para outras pessoas que sofram do mesmo mal, a receptividade é muito boa, os profissionais são atenciosos e deixam o ambiente tranqüilo e menos apreensível.

T. G., 18 anos, estudante, residente em São Paulo, S

Benefícios da Eletroconvulsoterapia


  • A ECT é um método consagrado para o tratamento da depressão, mais eficaz que qualquer outra opção terapêutica, com índices de eficácia que chegam a 90%.
  • Os principais estudos realizados mostraram a superioridade da ECT com relação ao tratamento com medicamentos, que apresentam eficácia entre 60 e 70%.
  • Rápida resposta ao tratamento (geralmente após 8 aplicações).
  • Tratamento seguro, feito em ambiente hospitalar e com liberação do paciente no mesmo dia.
  • Nos casos de episódios depressivos primários, ou seja, onde há uma ausência de transtornos mentais comórbidos e ausência de doenças físicas, a taxa de remissão com a ECT foi estimada entre 80 e 90%.
  • O tratamento é definido individualmente com cada paciente.
  • A maior parte dos ensaios clínicos e estudos comparativos demonstrou que a ECT é eficaz em todos os tipos de depressão.
  • Todas as pesquisas confirmam a superioridade da ECT “ativa” sobre a ECT “simulada”, quando pacientes são submetidos ao tratamento e outros à uma simulação.
  • As aplicações são realizadas por médicos psiquiatras experientes. A cada sessão o profissional avalia junto ao paciente a evolução do tratamento.
  • Após o tratamento inicial (de aproximadamente 12 sessões) o psiquiatra avalia se haverá e qual será o programa de manutenção.


Efeitos e Procedimentos do ECT



Procedimentos da Eletroconvulsoterapia

Quando a ECT é indicada a um paciente do IPAN, o médico responsável explicará todo o procedimento detalhadamente. O tratamento é realizado em uma série de aplicações. O número de sessões não é previamente definido, pois deve levar em consideração diversos fatores: diagnóstico, gravidade do quadro, tolerância às alterações cognitivas, idade, complicações clínicas, entre outros. A maioria dos pacientes requer de 6 a 12 tratamentos. Na maioria dos casos de depressão, são feitas de 6 a 8 para alcançar o resultado desejado. O tratamento é feito três vezes por semana em dias alternados. Este esquema de tratamento permite um equilíbrio entre uma boa velocidade de resposta clínica e tempo entre as aplicações para que haja recuperação e descanso do paciente.

O paciente realiza a ECT em um ambiente hospitalar e extremamente seguro, com todos equipamentos necessários. Todo o procedimento dura cerca de meia hora, a convulsão induzida leva em torno de 30 a 40 segundos. Os pacientes despertam em cerca de 5 a 10 minutos após o procedimento e obtém alta em meia a uma hora. Isso porque a indução anestésica é muito breve, diferente do que é necessário para uma cirurgia, onde o paciente precisa permanecer desacordado por muitas horas, para o procedimento da ECT a anestesia pode e deve ser muito mais rápida.

A ECT é um procedimento extremamente seguro. Para se ter uma idéia, a taxa de mortalidade total está abaixo de zero, estimada em 0,1% a 0,01%. Este é, em média, o risco da própria indução anestésica geral breve.

Efeitos colaterais

Antes de iniciar o tratamento com ECT, os profissionais do IPAN conversam com o paciente e seus familiares sobre os possíveis efeitos colaterais e como lidar com eles. Os efeitos cognitivos (especialmente perda temporária da memória ou graus variados de desorientação ao despertar da anestesia) são os mais freqüentes, é importante ressaltar que os quadros depressivos podem estar acompanhados de profundas alterações cognitivas. Nestes quadros, a ECT pode estar associada a uma melhora cognitiva importante.

Todas as possíveis alterações decorrentes do tratamento variam de acordo com fatores técnicos como tipo de onda utilizada para o estímulo (há menor alteração com ondas de pulso breve e ultrabreve), a intensidade do estímulo, o número e a freqüência de aplicações (quanto menor a intensidade, o número e a freqüência, menos alterações), a técnica utilizada (a ECT bilateral promove mais efeitos cognitivos que a unilateral), a idade do paciente (idosos são mais sensíveis) e, por fim, a presença ou não de disfunção cerebral preexistente. Outros efeitos colaterais que podem surgir são cefaléia, náusea, dores musculares, geralmente leves e de fácil tratamento com medicações sintomáticas. É importante ressaltar que mesmo que o tratamento apresente efeitos colaterais, os benefícios são infinitamente maiores.

Contra-indicações

Não existem contra-indicações absolutas para o uso de ECT, apenas condições que oferecem um risco relativamente elevado: lesões intracerebrais que ocupam espaço; feocromocitoma, doença pulmonar obstrutiva grave, acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio recente.

Surgimento e Indicação do ECT


Como Surgiu

O tratamento surgiu na década de 30, quando os neuropsiquiatras italianos, Ugo Cerletti e Lucio Bini, iniciaram pesquisas induzindo convulsões com eletricidade. Em 1938, Cerletti realizou a primeira terapia convulsiva induzida eletricamente com finalidade terapêutica. Descobriu-se, então, que o tratamento reduz o risco de suicídio, quase a ponto de desaparecimento, rapidamente. Em poucos anos, a ECT tornou-se um dos principais métodos de tratamento da esquizofrenia e transtornos do humor.

Indicações

Os quadros depressivos são os que melhor respondem a este tratamento. Todos os subtipos podem se beneficiar do tratamento: refratária, unipolar, bipolar, catatônica, associada a transtorno de personalidade ou a uma outra doença orgânica.

A ECT tem indicação como primeiro tratamento nos quadros nos quais:

    1. Há um risco de suicídio iminente;
    2. Uma desnutrição que põe em risco a vida do paciente;
    3. A presença de sintomas catatônicos;
    4. Presença de sintomas psicóticos graves;
    5. Em situações nas quais outros tratamentos são mais arriscados devido aos seus efeitos colaterais (por exemplo: pacientes idosos, durante a gestação e amamentação).

Outros quadros também podem ter indicação: mania e seus subtipos, esquizofrenia e outras psicoses funcionais resistentes ao uso de antipsicóticos, epilepsia refratária e transtornos mentais em epilépticos, síndrome neuroléptica maligna e doença de Parkinson (há melhora dos sintomas extrapiramidais e depressivos).

O que é Eletroconvulsoterapia?




A ECT - eletroconvulsoterapia é um tratamento extremamente eficaz e seguro para doenças psiquiátricas, principalmente a depressão. O objetivo é promover uma estimulação elétrica no cérebro com a finalidade de induzir uma crise convulsiva que dura ao redor de 30 segundos, mas já suficiente para aliviar os sintomas das doenças. O tratamento é feito em sessões, o número de aplicações é definido pelo psiquiatra. Tudo é feito em um ambiente hospitalar, com o paciente anestesiado para que não sinta desconforto ou dor e a liberação é feita no mesmo dia.

Apesar do alto índice de eficácia e da segurança do tratamento, a técnica ainda é incompreendida e confundida com tratamento doloroso, antiquado ou mesmo tortura. Antigamente a ECT era conhecida como “eletrochoque”. Nos anos 50, com a descoberta de remédios com efeitos antipsicóticos, antidepressivos e estabilizadores do humor, a ECT começou a ser vista negativamente. No entanto, nenhuma droga, até o momento, se iguala, em eficácia, à ECT. Quando os profissionais começaram a observar as limitações do efeito das medicações o interesse pela ECT voltou a crescer. Em 1959, foi relatado o uso de anestesia durante o procedimento. A partir dos anos 70 a técnica foi extremamente aprimorada, com o desenvolvimento de aparelhos mais sofisticados, que permitem um controle preciso da carga fornecida, uso de anestesia, oxigenação, relaxamento muscular e monitoração detalhada das funções vitais.

Atualmente, estima-se que 50 mil pessoas recebam ECT por ano nos Estados Unidos, no Brasil ainda não há dados precisos, mas a técnica é amplamente utilizada nos melhores e mais conceituados hospitais de todo o país. Infelizmente o preconceito e a falta de informação ainda existem, mas a cada dia mais profissionais e pacientes reconhecem que a ECT é uma intervenção eficaz, segura e, muitas vezes, capaz de salvar a vida em certos transtornos nos quais outras intervenções tiveram pouco ou nenhum efeito.

Inovação



Que Tal Inovarmos?
Atualmente todos sabem que nosso blog é focado em "Doenças psicológicas", sabendo disso querendo ou não os assuntos a serem tratados são limitados.Pensando nisso, o Blog a partir de Hoje irá tratar de qualquer doença solicitada ou postada, as postagens serão o maximo possível.
Além de Vocês poderem Entrar em contato comigo atravez do Blog,como em comentários,foi adicionado agora uma caixa de pedidos onde serve, não somente para pedir,como também criticar,elogiar entre outros,dizer oque tem vontade,e até mesmo desabafar,responderei todos, sem excessão, até mesmo os fakes caso alguem não queira se identificar

Obrigada a Todos pelo apoio e voltamos ao trabalho. Beijos e boa Noite
By.: Brendha Fortini

19 maio 2011

A Cabana.

Olá Meus Queridos, Estou De volta, Voltando a ajudar vocês o Máximo possível, como sempre, "A distancia não significa nada, quando as palavras mais necessárias de se ver ou ouvir, veem na hora certa."

Estou voltando com uma dica de leitura, gostaria que todos pudessem ler "A Cabana de William P. Young" e convida-los para o Projeto Myssi. Talvez muitos a primeira vista acharam; o que o livro tem haver com o blog?, P ara essas pessoas simplesmente irei dizer "Tudo".

Bom O livro retrata Sobre uma luz no fim do Túnel que é Jesus, Entre muitas outras lições de vida, que na minha opnião ajudarão muitos frequentadores do meu blog, que apesar de poucos amo de coração, e sou grata a eles por estarem me ajudando a ser como sou.

O Livro se encontra em preço acessível a R$19,90 em lojas, e na internet gratuitamente. Gostaria que a todos que tiverem esta bela oportunidade, postassem aqui seus comentarios.

O Projeto Myssi, é um pedido do Autor para que divulgassem o máximo possível para que está bela História venha virar um admirável Filme, ajudando assim muitas pessoas.

02 abril 2011

Como é o tratamento de insônia?


Insônia transiente e intermitente podem não requerer tratamento, uma vez que os episódios duram apenas alguns dias. Por exemplo, se a insônia for decorrente de mudanças de horários como conseqüência de "jet lag", o relógio biológico da pessoa geralmente voltará ao normal por si mesmo. Porém, para algumas pessoas que vivenciam sonolência durante o dia e têm performance afetada como resultado de insônia transiente, a utilização de comprimidos para dormir de curta ação pode melhorar o sono e atenção no dia seguinte. Como todos os medicamentos, há efeitos colaterais potenciais. O uso de remédios para insônia sem prescrição médica não é recomendado.

Tratamento para insônia crônica consiste de:
  • Primeiro, diagnosticar e tratar problemas médicos ou psicológicos que possam estar ocasionando a insônia.

  • Identificar comportamentos que podem piorar a insônia e interrompê-los ou reduzi-los.

  • Possível uso de remédios para dormir, embora a utilização a longo prazo seja controversa. Um paciente usando qualquer remédio para dormir deve estar sob a supervisão de um médico que avaliará de perto a eficiência e minimizará os efeitos colaterais. Em geral, esses medicamentos são prescritos na dose mínima e no menor período de tempo necessário para aliviar os sintomas relacionados à falta de sono. Para alguns desses remédios, a dose deve ser gradualmente diminuída, uma vez que uma parada abrupta poderia ocasionar a volta da insônia por uma noite ou duas.

  • Experimentar técnicas comportamentais para melhorar o sono, como terapia de relaxamento, terapia de restrição de sono e recondicionamento.

Terapia de relaxamento. Há técnicas específicas e efetivas que podem reduzir ou eliminar a tensão corporal e ansiedade. Como resultado, a mente da pessoa é capaz de ficar quieta, os músculos podem relaxar e pode ocorrer o sono repousante. Geralmente é preciso muita prática para aprender essas técnicas e alcançar a relaxação efetiva.

Restrição de sono. Algumas pessoas sofrendo de insônia gastam muito tempo na cama tentando sem sucesso dormir. Essas pessoas podem se beneficiar de um programa de restrição de sono que primeiramente permite apenas algumas horas de sono durante a noite. Gradualmente o tempo é aumentado até que seja alcançada um noite normal de sono.

Recondicionamento. Outro tratamento que pode ajudar algumas pessoas com insônia é recondicioná-las para associar a cama e o horário de dormir com o sono. Para a maioria das pessoas, isso significa não usar sua cama para nenhuma outra atividade além de sexo e dormir. Como parte do processo de recondicionamento, a pessoa é geralmente aconselhada para ir para a cama somente quando estiver com sono. Se não for capaz de dormir, a pessoa é orientada a levantar e só voltar para a cama quando estiver com sono. A pessoa também deve evitar sonecas. Eventualmente, o corpo será condicionado a associar a cama e horário de dormir com o sono.

20 julho 2010

Como a insônia é diagnosticada?



Pacientes com insônia são avaliados com a ajuda dos históricos médico e de sono. O histórico de sono pode ser obtido com um diário preenchido pelo paciente ou por entrevista com o parceiro de cama com relação à sua quantidade e qualidade de sono. Investigações especializadas do sono pode ser recomendadas, porém somente se houver suspeita de que o paciente possa ter desordens de sono primárias como narcolepsia ou apnéia do sono.

Quem sofre de insônia?



Insônia ocorre em homens e mulheres de todas as idades, porém parece ser mais comum no sexo feminino (especialmente depois da menopausa) e em idosos. A capacidade de dormir, e não a necessidade de sono, parece diminuir com a idade.

Insônia crônica


Insônia crônica é mais complexa e geralmente resulta de uma combinação de fatores, incluindo os decorrentes de desordens físicas ou mentais. Uma das causas mais comuns de insônia crônica é a depressão. Outras causas incluem artrite, doença nos rins, problema no coração, asma, apnéia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, mal de Parkinson e hipertiroidismo. Porém, insônia crônica pode ser devida a fatores de estilo de vida, incluindo o mal uso de cafeína, álcool e outras substâncias; estresse crônico; e ciclos quebrados de sono/despertar como por exemplo em conseqüência de trabalho noturno ou em turnos.

Adicionalmente, os comportamentos a seguir têm mostrado perpetuar a insônia em algumas pessoas:

  • Expectativa e preocupação de ter dificuldade para dormir.

  • Ingestão de quantidade excessiva de cafeína.

  • Beber álcool antes do horário de dormir.

  • Fumar cigarro antes do horário de dormir.

  • Soneca excessiva de manhã ou de tarde.

  • Horários de dormir/acordar irregulares ou continuamente alterados.

Esses comportamentos podem prolongar a insônia existente ou ser responsáveis pelo seu aparecimento. Interromper esses comportamentos pode eliminar a insônia.

O que causa a insônia?


Certas condições parecem tornar indivíduos mais susceptíveis à insônia. Exemplos destas condições incluem:
  • Idade avançada (insônia ocorre mais freqüentemente depois dos 60 anos).

  • Sexo feminino.

  • Histórico de depressão.

Caso outras condições (como estresse, ansiedade, problema médico ou uso de alguns medicamentos) ocorram junto com as listadas acima, há maior probabilidade de insônia.

Há varias causas de insônia, sendo que a transiente e intermitente geralmente ocorrem em pessoas que estão temporariamente vivenciando uma ou mais das situações abaixo:

  • Estresse.

  • Ambiente barulhento.

  • Mudanças no ambiente ao redor.

  • Problemas no horário de dormir/acordar como aqueles decorrentes de "jet lag".

  • Efeitos colaterais de medicamentos.

O que é Insônia?


Insônia é a percepção ou queixa de sono inadequado, ou de baixa qualidade, por causa das seguintes razões:

  • Dificuldade em cair no sono

  • Levantar freqüentemente durante a noite com dificuldade de voltar a dormir

  • Acordar muito cedo

  • Sono não restaurador


Insônia não é definida pela quantidade de horas que uma pessoa dorme ou quanto tempo leva para cair no sono. Indivíduos geralmente variam em suas necessidades de sono. Insônia pode causar problemas durante o dia como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade.

Insônia pode ser classificada como transiente (curto-prazo), intermitente (vem e vai), e crônica (constante). Insônia que dura desde uma noite até algumas semanas é classificada como transiente. Caso os episódios de insônia transiente ocorram de tempos em tempos, classifica-se como intermitente. A insônia é considerada crônica se ocorre na maioria das noites e dura mais de um mês.

Sonambulismo

É um distúrbio benigno que ocorre na primeira das seis passagens de um sono profundo para um mais superficial: as funções motoras despertam, mas a consciência continua a dormir. Adicionado por uma pausa na respiração, por um barulho ou pelo próprio ronco, o corpo desperta.

Mesmo não estando acordada de verdade, a pessoa pode começar a andar e a falar. Normalmente a pessoa passa a se mexer durante o sono, senta-se na cama, levanta-se e sai andando, ainda dormindo. Sem o consentimento do cérebro, o indivíduo não faz nada muito complexo, mas é capaz de abrir portas e janelas, por exemplo.

Isto é, o sonâmbulo se movimenta, mas não sabe o que está acontecendo. Provocado por uma arritmia cerebral, geralmente hereditária, o sonambulismo ocorre em aproximadamente 20% das crianças de 3 a 10 anos, em média de uma vez por ano, e depois tende a desaparecer sem deixar vestígios.

06 junho 2010

Síndromes Maníacas

A síndrome maníaca pode ser conhecida pelos seguintes sintomas: aumento da auto-estima, engrandecimento do eu, insônia, fala rápida, agitação psicomotora, irritação, arrogância, desorganização, desinibição social e sexual, sentimento de grandeza e de poder. A síndrome maníaca pode subdividir-se em:

-mania franca ou grave, é a mais intensa com fuga de idéias, delírios de grandeza. Os idosos ou pessoas com distúrbios cerebrais podem ficar confusos, desorientados e diminuição de consciência. Apresenta dificuldades para o diagnóstico médico.

-mania irritada ou disfórica, é predominante a irritação da pessoa, o mau humor podendo ocorrer a destruição de objetos e agressividade em pessoas.

-mania mista, há vários sintomas maníacos ocorrendo ao mesmo tempo ou alternando-se rapidamente. É mais freqüente em adolescentes e idosos.

-hipomania, a pessoa fica mais disposta que o normal, mais alegre, mais falante, faz planejamentos e muitas vezes passa despercebidas pelo médico.

-ciclotimia, a pessoa apresenta um episódio completo de depressão ou de mania. Aos olhos das pessoas é normal e muitas vezes não é submetido a um médico.

O tratamento para as síndromes maníacas é necessário na maioria das vezes uso de medicamentos orientados por um médico especializado e bastante terapia.

Neurose

Neurose é uma doença emocional, afetiva e de personalidade e acontece quando o sistema nervoso de uma pessoa reage com exagero a uma determinada experiência já vivida. Uma pessoa neurótica passa a ter reações e comportamentos diferentes: fica muito ansiosa, evita sair de casa para ir a determinados lugares, tem medo de certas situações, imagina situações que pode fazer mal, ficam deprimidos mais constantemente, são mais preocupados... enfim, uma pessoa neurótica sente tudo o que uma pessoa normal sente no seu dia-a-dia mas sempre exageradamente. Em geral uma pessoa neurótica sabe do seu problema, sofre com isso mas se sente incapaz de solucioná-lo.

O tratamento mais adequado para ajudar um paciente neurótico a lidar com esse distúrbio é a psicoterapia. A psicoterapia permite transformações profundas de personalidades e pode ser feita individualmente, em grupo, com casal, entre família e intervenção institucional.

Hipocondria

Uma pessoa hipocondríaca apresenta medos e preocupações fortes com a idéia de ter uma doença grave. As idéias surgem normalmente por alguma sensação que a pessoa sente no organismo insignificativas. Essa pessoa então passa a procurar intensamente um médico e serviços de saúde para que possa ter certeza de que não tem uma doença grave.

Uma pessoa hipocondríaca mesmo fazendo exames e os mesmos dando resultados negativos, acha que os mesmos podem estar errados e continuam numa busca incessante para ter certeza de que não existe uma doença grave.

Normalmente, uma pessoa hipocondríaca se sente incompreendida pelos familiares e principalmente pelo médico pelo fato de sempre achar que tem uma doença grave e que o médico não entende ou não acredita no que está sentindo.

Até os dias atuais não se conhece medicamentos capazes de ajudar uma pessoa hipocondríaca até porque essa pessoa não se acha doente psicologicamente e não permite uma ajuda psiquiatra para que estude mais detalhadamente as características da doença.